Eu realmente não tenho idéia de quem foi a iniciativa, mas foi uma das idéias mais supimpas que eu já vi na internet: formar uma orquestra com doods e doodetes do mundo todo... online! Esse vídeo explica boa parte do negócio:
Destaque pro chinês careca que foi quem compôs pra 'orquestra': apesar de ninguém conhecer a fuça do infeliz, ele é o responsável pela trilha sonora de O Tigre e o Dragão e Herói. Ou seja, ele é foda pra caralho. Pra quem se interessar, quiser saber mais e/ou souber tocar bem o suficiente pra ter balls de gravar um vídeo, a orquestra tem um canal no seu toba com FAQs e regras pra se inscrever.
Youtube Symphony Orchestra
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Postado por Felipe Cortizo às 18:11 0 comentários
Marcadores: SERIOUS BUSINESS
Wii Cave Story: Trailer e Updated Artworks
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Como o Uzuki já havia postado antes, Cave Story vai ganhar uma versão pra Wii. Então, sem mais blá blá blá, ae vão as imagens e o trailer:
Postado por Felipe Cortizo às 17:41 0 comentários
Resident Evil 5 e Yakuza 3
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Logo com a primeira imagem de Yakuza 3 já dá pra perceber que o jogo vai ser um puta (hã hã) jogão. Ou não. Com essas imagens dá pra gente perceber 2 coisas de extrema importância: o Kazuma finalmente trocou de roupa (nos outros dois jogos o máximo que ele fazia era tirar a camisa e o paletó com um só movimento.), e o sistema de batalha vai continuar no mesmo estilo dos dois ultimos jogos: encontra algum otário no meio da rua, a tela muda pra uma área delimitada por japoneses balançando os braços e batendo palmas. Tomara que o plot desse Yakuza seja tão bom quanto o dos outros.





Quanto a Resident Evil, da pra perceber que eles resolveram elevar o nível de ação do jogo, deixando-o muito mais "frenético" (como diria o Créuboy), dá pra ver pelo número de cachorros bizonhentos, 'zumbi' (hã hã, zumbi, negão, hã?) andando de moto E mais um daqueles infelizes que te matam com um só hit, e só morrem depois de acabarem com sua munição.





Clicando nas imagens dá pra ver em um tamanho mais maior de grande, se você ainda não sabe disso.
Postado por Felipe Cortizo às 17:23 1 comentários
Marcadores: gaems
IMHO: The Crucible Of Man: Something Wicked Part 2
terça-feira, 18 de novembro de 2008

Sou um fanbitch de Iced Earth. Essa é a verdade, sou um fanbitch de carteirinha dessa banda desde a primeira vez que eu ouvi o 'The Dark Saga' inteiro. Desde então, a relação de amor [/Uzuki] só vinha aumentando a cada álbum que eu ouvia, até que Matt Barlow saiu. Como grande parte do motivo da minha fanbitchisse eram os vocais, eu fiquei com um pé atrás de ouvir o The Glorious Burden, que trazia como vocalista Tim "Ripper" Owens. Mas como Jon Schaffer ainda estava lá, firme e forte, eu resolvi dar uma chance pro ex-Judas-boy e fui ouvir o CD.
Bem, foi como ouvir Doors sem o Morrison. Não que o álbum fosse completamente ruim (apesar da EXTREMAMENTE ENTEDIANTE Gettysburg), mas não era mais o Iced Earth que eu gostava de ouvir, não tinha mais a alma, o mojo, ou whatevá. Simplesmente não me agradou, mesmo sem comparar o Owens com o Barlow (até porque vocalistas diferentes podem fazer álbuns bons numa mesma banda, Iron Maiden que o diga), o álbum não podia nem de longe ser comparado com Somtething Wicked This Way Comes, ou com o fodástico Horror Show. Depois de ouvir o Glorious Burden eu parei de acompanhar Iced Earth, até que foi anunciado que Matt Barlow iria voltar ao posto de vocalista.
Quando comecei a ouvir o The Crucible of Man: Something Wicked Part II eu esperava sentir de volta toda aquela atmosfera épica que Iced Earth carregava nos seus álbuns, fosse com baladas como Ghost of Freedom ou em músicas mais mescladas, como A Question of Heaven... Bem, não é bem isso que o álbum traz. Desde o começo, com o coral de mulheres em "In Sacred Flames", o álbum se mostra tão preso ao seu conceito e storyline que não aparecem músicas que se destacam por si só. Nós não vemos nenhuma A Question of Heaven, Damien ou Dracula aqui, mas sim um álbum com algumas músicas curtas demais, outras que tem partes instrumentais muito grandes, mas nenhuma música que te faça querer ouvi-la umas 10 vezes seguidas, sem se cansar.
Então o álbum é uma bosta, é isso? NÃO! Nossa, nem de longe, não é nenhum Horror Show, mas nem de longe é o St. Anger do Iced Earth! Crucible of Man não tem nenhuma música que seja extremamente marcante, mas não é por isso que não pode ser considerado um disco bom. "A Gift Or A Curse" traz Jon Schaffer acompanhando Barlow nos vocais, e como resultado de um trabalho bem feito nos dá uma baladinha muito gostosa de se ouvir, "Divide and Devour" tem uma levada mais Trash, "Sacred Kingdom" é uma das músicas que mais chega perto do que a banda conseguiu alcançar em Horror Show e, na minha opinião, dividindo o posto de 'melhor música do álbum' estão I Walk Alone (com um refrão MUITO rox, daqueles que ficam na sua cabeça não por serem grudentos, mas por serem fodões.) e os 2 minutos finais da Come What May. "Os 2 minutos finais?", sim, os dois minutos finais! São nesses dois minutos de música que o que mais me chama atenção em Iced Earth aparece bem claramente: Matt Barlow solta completamente a voz, acompanhado de um pequeno solo e riffs de guitarra muito bem colocados e de um coral muito, MUITO bom (vale ressaltar que todos os corais do álbum são, como é de costume da banda, extremamente fodões).
No final das contas The Crucible of Man: Something Wicked Part II consegue ser ao mesmo tempo o A Matter of Life and Death e o Death Magnetic do Iced Earth, em alguns pontos é repetitivo e massante como o AMoLaD (no começo de Harbinger Of Fate, 9ª música do álbum, você tem aquela impressão de 'eu já ouvi isso antes...várias vezes!'), mas ao mesmo tempo te mostra que a banda que fez Horror Show está de volta, o vocal intenso e cativante de Matthew nos deixa com aquela esperança de que no próximo álbum eles vão voltar com tudo o que faz do Iced Earth uma banda que não é Power, Melódico, Heavy ou qualquer coisa do tipo, é simplesmente Iced Earth.
Postado por Felipe Cortizo às 17:45 1 comentários
Perereca Saltitante da Pérsia
Então, leitores inexistentes, outro post com vídeos e mais vídeos do novo Prince of Persia, que agora adota um visual em cel-shading muito foda, e mantém a jogabilidade que adotou na sua última trilogia (Sands of Time, Warrior Within e The Two Thrones), com saltos mirabolantes, puzzles gigantescos e coisas supimposas do tipo. Então, sem mais blábláblá, ae vão os vídeos (o primeiro contando a história do jogo, e o segundo mostrando um pouco do gameplay e dos gráficos "massa véio", como diria o pessoal do MdM):
Como os 3 primeiros jogos que adotaram esse estilo Tomb Raider/Matrix me agradaram, eu estou muito animado com o que vem sendo mostrado desse novo PoP, agora só me falta dinheiro pra comprar um Next-Gen.
Postado por Felipe Cortizo às 16:20 0 comentários
Marcadores: gaems
Novo trailer de Watchmen + Fotos de Kick-Ass
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Então, como o blog anda mais parado que a vida sexual do nosso escritor feito de amor (cofcofUzukicofcof), eu resolvi postar aqui antes de viajar o novo trailer completamente ownante de Watchmen e duas imagens do filme de Kick-Ass que apareceram por ae.
, shockwave-flash@http://www.traileraddict.com/emd/7376" href="http://www.traileraddict.com/emd/7376" id="">
E agora as imagens do Chuta-Bundas:
Postado por Felipe Cortizo às 15:01 0 comentários
Mais sobre o Cave Story Wii
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Agora saiu o site do Cave Story Wii, com direito a um texto do Pixel e um blog de desenvolvimento mantido pelo produtor do jogo, Tyrone Rodriguez. Segundo o TIGSource, Tyrone disse numa entrevista (que não está abrindo aqui) que todas as partes do jogo estão sendo aprovadas por Pixel, e que gráficos e música serão refeitos. Porém, haverá a opção de jogar com os gráficos e/ou com as músicas antigas.
Postado por Uzuki às 09:52 1 comentários
Cave Story pra Wii
domingo, 5 de outubro de 2008
Postado por Uzuki às 13:43 0 comentários
IMHO: Ensaio sobre a Cegueira
quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Meh, eu comecei esse post umas quatro vezes querendo fazer um review do filme. Uma delas foi com uma idéia poser de não escrever os nomes dos atores, diretor e tal (copiando o que o próprio Saramago faz no livro), mas não rendeu nada.
A única coisa que eu posso dizer é: vão ao cinema assistir o mais rápido possivel.
Agora uma pequena tentativa de justificar o porquê dessa minha colocação aí em cima: A atuação de Julianne Moore, Danny Glover e Mark Ruffalo conseguem passar exatamente o que José Saramago nos descreve nos livros, assim como a atuação da brasileira Alice Braga, que depois da participação em Eu sou A Lenda se mostrou MUITO competente como a Mulher de Óculos Escuros, entre outros atores e atrizes (conhecidos ou não) que conseguem construir perfeitamente o clima de desespero e angústia que é gradativamente construido no livro. Clima que Fernando Meirelles consegue construir e manter da melhor maneira possível, apesar de não conseguir chegar no nível do que é descrito por Saramago (até porque é praticamente impossível igualar um filme perfeitamente a uma descrição feita em um livro), o que nos deixa tão agoniados ao ponto de começar a desejar que alguém faça alguma coisa, nem que seja um tapa na cara do Rei da Ala 3 só pra ele largar de ser feio.
Mas enfim, como eu disse ali em cima, vão ao cinema assistir. Tendo lendo o livro ou não, isso não importa, como já foi dito: o filme conseguiu atingir o mesmo nível de excêlencia do livro, o que acabou tornando-os obras independentes, mas com o mesmo teor de fodassidade (sic), por assim dizer.
Postado por Felipe Cortizo às 20:32 3 comentários
Jogos Indie - Knytt
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Postado por Uzuki às 19:05 4 comentários
MK VS DC, de novo.
terça-feira, 9 de setembro de 2008

Então, como eu já tinha feito um post sobre a participação do Curinga (é, é CUringa, não Coringa, cacete.) nada mais justo do que voltar a falar do personagem e mostrar como vai ser o fatality do Heath Ledg..er..dele.
Tem beeeeem menos sangue do que a gente está acostumado a ver em MK, mas ainda assim está bem divertido. Mortal Kombat vs. DC Universe vai ser lançado dia 10 de Novembro.
Edit, já que eu não vou fazer outro post sobre esse bendito jogo, saiu a lista dos personagens.. olha ae:
Mortal Kombat
Scorpion
Sub-Zero
Sonya
Jax
Shang Tsung
Liu Kang
Raiden
Kitana
Kano
Baraka
Shao Kahn
DC Universe
Batman
Super-Homem
Mulher-Gato
Lanterna Verde
Curinga
Capitão Marvel
Flash
Mulher Maravilha
Exterminador
Lex Luthor
Darkseid
Postado por Felipe Cortizo às 11:43 2 comentários
Chrono Trigger DS
segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Eu sei que é notícia velha, mas de acordo com a nossa querida Caixa Mágica, o port remake do clássico do SNES será lançado no dia 25 de Novembro (nos U$A).
Agora nos resta esperar pra ver como será a tal 'função Wi-fi' que foi anunciada pela Nintendo, que é a única coisa que está me deixando animado nessa história toda, porque 2 dungeons novas? É só isso que eles conseguem fazer depois de tantos anos? DUAS DUNGEONS NOVAS? CADÊ OS GRÁFICOS NO ESTILO FFIV? CADÊ AS ANIMAÇÕES? CADÊ O SEU DEUS AGOR...er...digo..
Dia 25 de Novembro, nas lojas dos Estados Unidos.
Postado por Felipe Cortizo às 20:40 0 comentários
IMHO: Toda Mafalda
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Tenho que falar a verdade: a primeira vez que eu vi Toda Mafalda, eu me senti intimidado. Intimidado pelo tamanho da obra, com suas 420 páginas, e por tudo o que eu esperava encontrar ali dentro. Imaginei que iria demorar pelo menos 1 mês pra terminar de ler aquilo tudo. Uma semana depois, eu estava re-lendo todas as tirinhas já publicadas da pequena, cabeçuda, gordinha e argentina personagem de Quino.
Nas 5 primeiras páginas você encontra uma entrevista (assinada por Maruja Torres) com o tímido e pacato Quino, e nas duas próximas páginas é colocada uma pequena cronologia com tudo o que o autor passou até a publicação dos primeiros livros dele no Brasil. Com um humor próprio e característico, os personagens de Quino tecem críticas afiadas a vários problemas e, em alguns casos, também nos presenteiam com humor gratuito.
Utilizando de certos estereótipos carismáticos, Quino faz críticas que abrangem uma área enorme, que vai desde a influência da TV na sociedade até o Socialismo/Comunismo. Passado algum tempo de leitura, você acaba identificando algumas características dos personagens em pessoas que você conhece, e percebe que apesar do tempo que já passou desde a publicação das tiras o cenário mundial não mudou muita coisa. Não precisa ir muito longe, quem não sabe que a Mafalda é argentina não vê problema nenhum com as críticas, já que as mesmas servem perfeitamente para o nosso Brasil-brunil.
É através de Manolito, filho do dono da mercearia, que o capitalismo é posto em pauta e ferrenhamente criticado, utilizando de pano de fundo as várias crises que a Argentina (HA-HA!) já enfrentou. Miguelito, por sua vez, odeia a escola, e é aqui que o sistema educacional e a visão de uma criança da escola é apresentada ao leitor. Susanita é a personagem que Quino utiliza pra demonstrar a futilidade de algumas mulheres da época, que só tinham como plano de vida constituir uma família e viver em função do seu marido (infelizmente isso não continua até hoj...er..). Enfim, cada um dos personagens de Quino tem seu brilho próprio e um grande teor de 'realidade' imprimido nos mesmos. Um show a parte fica por conta de Mafalda, Guile e os Pais, que fazem parte das melhores tirinhas, seja com crítica social ou só demonstrando a inocência cômica de uma criança (o Guile querendo ver TV olhando no buraco da tomada é impagável).
Fechando o livro, está uma tirinha da Mafalda reproduzindo os 3 macacos (aqueles que toooodo emo/patty tem uma foto no orkut com os amiguxos, tapando a boca, olhos e ouvidos), e é exatamente com essa impressão que você fica ao terminar de ler toda a obra e absorver tudo o que te foi jogado na sua cara. É tão agradável, mas tão agradável, que é bem provável que se você faça como eu fiz, e comece a reler logo depois de passar os olhos pela última página.
Postado por Felipe Cortizo às 14:46 0 comentários
Jogos Indie - Cave Story
sábado, 30 de agosto de 2008

Gênero: Shooter/Aventura/Exploração/etc.
Plataforma: Windows/Linux
Gráficos: 8 bit.
Músicas: 8 bit.
Agora vamos ao que interessa.
Cave Story é um jogo feito de amor, assim como Megaman 2. O primeiro Megaman não fez sucesso o suficiente pra Capcom mandar fazer uma sequência. Keiji Inafune, o criador da série, conseguiu autorização pra criar o segundo jogo contanto que ele trabalhasse em outros projetos ao mesmo tempo. O resultado foi o melhor Megaman de todos. Um jogo feito de amor, por mais ridícula que a frase possa parecer. Não discutam.
Cave Story foi criado por uma pessoa, durante cinco anos. Pixel, como o sujeito é chamado, começou a criar o jogo quando ainda era um estudante, e o terminou quando já trabalhava em um escritório. Segundo ele, sua vida inteira tinha mudado no decorrer do processo de criação do jogo.
Pixel trabalha com desenvolvimento de software, em coisas que não têm nada a ver com jogos. Ele vai pro trabalho de bicicleta, e quando volta cuida da família e da casa. Tarde da noite, ele senta na frente do computador e trabalha mais um pouquinho no seu jogo. Cinco anos.
Por isso, Cave Story é um jogo feito de amor. Amor por jogos e pela criação.
O jogo é imenso. Tem uma variedade de mapas cujo número eu não lembro ao certo, incluindo dois ou três secretos. Três finais diferentes. Nove armas bem balanceadas, mas limitadas a cinco por jogo, dependendo das decisões do jogador. Uma história bonita, bem-feita, pequena, com um cheiro de "história de videogame antigo", mas com mais sofisticação e personalidade. Como se alguém pegasse um daqueles panos de fundo e resolvesse transformar em uma história de verdade, que pudesse ser apreciada.
Mas, na verdade, isso pouco importa. Uma avaliação tradicional diria o que eu disse acima, dividido em uns cinco parágrafos, achando que isso ia conseguir passar o que o jogo é. Cave Story não precisa disso. Eu o joguei duas vezes, e em ambas esqueci de tentar pelo menos perceber o que tornava o jogo tão bom. Enquanto eu tentava passar da área secreta, à noite, eu percebi uma coisa interessante: o jogo me puxou de tal forma que o que tornava ele bom já não importava mais. O que importa é só tudo que esse jogo representa, e o fato dele existir.
Se você gosta de jogos, jogue Cave Story. Se você não gosta, jogue assim mesmo. É capaz de você perceber a razão de nós gostarmos.
Cara, cinco anos. Amor, indeed.
Postado por Uzuki às 16:42 1 comentários
Chuta-Bundas
sábado, 16 de agosto de 2008

Kick-Ass, pra quem não sabe, é uma HQ (muito foda, diga-se de passagem) escrita por Mark Millar e desenhada por John Romita Jr. Publicada pela Marvel, Kick-Ass conta a história de um adolescente punhet..er..nerd, viciado em HQs, que resolve se vestir como um super herói e ir combater o crime. "NOSSA QUE ORIGINAL HEIM VÉI! NUNCA VI ISSO ANTES!". Tá, se ele tivesse poderes de aranha ou algo do tipo seria cliché, mas o TCHANS da HQ é justamente o fato dele não ter poder nenhum e apanhar feito um cão sem dono nas duas primeiras edições.
E como pessoal viu que fazer filme de HQ dá dinheiro, um filme de Chuta-Bunda já está confirmado pelo Millar, que fez um MySpace com um videozinho viral reproduzindo uma das cenas da segunda HQ. O diretor e produtor vai ser Matthew Vaughn - que levantou TRINTA MILHÕES DE DÓLARES do próprio bolso pra fazer o filme ir pra frente. Com isso já dá pra saber que o filme vai ser uma produção independente, porque os estúdios ficaram cheios de frescurite com a violência em excesso e a (falta de) idade do protagonista.
De acordo com o Hollywood Reporter o ator Christopher Mintz-Plasse está negociando sua entrada pro filme, mas não como o protagonista... Pra quem não conhece o infeliz pelo nome, ele é o cabeçudo que faz o McLovin, de Superbad.
Postado por Felipe Cortizo às 09:17 4 comentários
Batman: Asilo Arkham
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Bem, a EA tá fazendo um jogo do Batman. Óbvio que com um filmaço daqueles, o mínimo que eles podiam fazer é arrumar um dinheiro em cima.
Acontece que a Eidos resolveu lançar o Batman deles também. Explico: a EA tem os direitos sobre os filmes, a Eidos sobre as HQs.
E qual o nome do jogo novo? Batman: Arkham Asylum.
Leia de novo.
Batman: Arkham Asylum.
Quem lê HQs sabe que Asilo Arkham é uma das coisas mais foda já inventada pela galera dos quadrinhos - Grant Morrison + Dave McKean = very, very good stuff.
Especulemos sobre isso: gráficos baseados no estilo bem peculiar de desenho do McKean, boss battles com cada um dos inimigos do Batman que aparecem na revista...
Imagina jogar com aquele Batman psicopata doidão, com o jogo explorando a idéia de que no fim das contas ele é o mesmo que os seus inimigos.
Favor ejacular fora do recinto.
Postado por Uzuki às 18:13 3 comentários
MK VS DC
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
De acordo com a Caixa-Mágica, a Midway anunciou que também farão parte da surub... digo, do jogo Mortal Kombat VS DC Universe os seguintes personagens: Kitana, Jax, Curinga e Lanterna Verde. Os dois primeiros todo mundo já conhece, o Lanterna Verde deve ter golpes legais, mas o Curinga?! Que diabos o Curinga vai fazer lutando contra o Scorpion?! O jeito é esperar pra ver. Enquanto isso, dêem uma olhadinha no trailer do jogo:
TRAILER, já que o youtoba não quer aparecer aqui por bem.
Postado por Felipe Cortizo às 12:19 1 comentários
Hot Fuzz - uma ode ao Cinema de verdade
quinta-feira, 31 de julho de 2008
O filme conta a história de um policial londrino chamado Nicholas Angel, um dos “melhores no que faz”. Após se esfaqueado por um papai noel (numa ponta do diretor Peter Jackson), seus superiores decidem transferi-lo para uma cidadezinha pacífica do interior, chamada Sandford. O motivo? Angel era tão bom no seu trabalho que fazia seus colegas parecerem incompetentes. Para piorar sua situação, sua namorada (numa outra ponta, agora de Cate Blanchett) ainda decide terminar a relação, já que Nicholas só dá atenção ao seu trabalho. Já transferido para Sandford, surge seu novo parceiro: Danny Butterman, um completo idiota, que está por lá apenas porque seu pai é chefe de polícia. Porém, Nicholas Angel logo irá descobrir que por trás da apática Sandford existem muitos segredos ocultos.
Todo esse enredo é calcado em diversas piadas hilárias. Os diálogos são afiados e todo o filme tem um clima absurdo hilário. Porém, o maior mérito de Hot Fuzz, é que ele não só é uma paródia, mas também um excelente filme de ação, utilizando todos os clichês do gênero em seu benefício (diferente de Showtime por exemplo, que possui o mesmo objetivo, porém fracassa miseravelmente). E parece que os criadores não se esqueceram The Shaun of the Dead, já que o filme possui partes bastante sangrentas, não tendo medinho de censuras altas, como os filmes de hoje em dia.
Ok.
Pode ser que esse review não lhe tenha convencido ainda. Mas existe algo que fará:
Postado por Gabriel Jacobi às 23:29 0 comentários
IMHO: Malvados
sábado, 26 de julho de 2008
A primeira webcomic que eu li enquanto ainda era uma criança inocente (e li por tabela, enquanto ficava vendo meu primo desbravar a internet com um K6 II) foi Malvados, do André Dahmer. Eu lembro que demorei pra conseguir diferenciar o Malvadinho do Malvadão e não vi muita graça nas piadas que consegui ler enquanto tentava acompanhar a velocidade de leitura do meu primo, que na época eu considerada dinâmica por ele ser 4 anos mais velho que eu.
Ok, você deve estar se perguntando o que diabos esse relato sobre minha primeira vez (ui) e a superioridade do meu primo na época tem a ver com o assunto, não é? É o seguinte, durante a minha viagem eu me deparei com o livro Malvados, lançado pela Desiderata, selo da editora Agir. Me lembrando de todas as vezes que eu revisitei o site depois da minha infância, de todas as tirinhas carregadas de humor ácido, direto, negro e ao mesmo tempo cativante, comprei o bendito livro. Planejei lê-lo somente quando voltasse pra casa, mas já no hotel comecei a folhear algumas páginas enquanto não fazia nada: nas idas ao trono, na rodoviária esperando o ônibus... Quando dei por mim as 112 páginas já tinham ido pro saco, tanto as tirinhas quanto o prefácio, assinado pelo cartunista Nani.
"AE OTÁRIO! GASTOU DINHEIRO COM ALGO QUE TEM DE GRÁTIS NA INTERNET!!111" - Se você pensa assim, pare de ler esse post e vá se afogar no vaso sanitário mais próximo. Além do gostinho de ter algo no papel, que é de boa qualidade, num formato decente e com um preço justo, (R$27,90 no Submarino, vão lá e comprem, seus inúteis!) Malvados oferece mais de 100 páginas lotadas de críticas bem direcionadas, humor inteligente e ao mesmo tempo acessível e uma overdose de sarcasmo e ironia.
Postado por Felipe Cortizo às 13:50 1 comentários
"Mas cara, o 360 não tem FFXIII..." NOT
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Sonystas, chorem.
Quentinho da conferência da Microsoft na E3: Final Fantasy XIII vai sair pra XBox 360. Mas FFXIII não era exclusivo? Tomem, istas.
Agora só falta sair uma versão especial de MGS4 pra 360 com mais de 200 horas extras de cutscenes pra causar suícidios em massa de sonystas...
Fonte: Kotaku
Postado por Uzuki às 17:36 0 comentários
"Who watches the Watchmen" indeed!
domingo, 13 de julho de 2008
Uma rapidinha antes deu ir viajar e voltar pra ver o blog abandonado às mosc... er... então, de acordo com o Universo HQ, antes do tão aguardado (por mim, pelo menos) Batman: The Dark Knight (O Cavaleiro das Trevas), será exibido o primeiro trailer de Watchmen, que é dirigido por Zack Snyder, o cara de 300.
Postado por Felipe Cortizo às 16:34 2 comentários
Who you gonna call?
quarta-feira, 9 de julho de 2008
Foi anunciado pela Tokyopop (pra quem não sabe o que é, como eu não sabia há 2 minutos atrás, é uma publicadora de mangás) que um mangá de Ghostbusters (Os Caça-Fantasmas) com 192 páginas será lançado.

Depois de ver o preview acima a única coisa que eu pude pensar foi: wat. Como se já não bastasse manchar de uma maneira bizarra parte da minha infância com 'Turma da Mônica' versão mangá agora eles vão difamar um ícone dos anos 80 com essas adaptações completamente desnecessárias?
Ok, deixando a nerd rage de lado, uma notícia um pouco menos perturbadora: esse desastr..er.. esse mangá vai chegar nas bancas (estrangeiras, é claro.) em outubro, no mesmo mês em que Ghostbusters: The Game será lançado (para Xbox 360, PlayStation 2, PlayStation 3, Nintendo DS, Wii e PC). Como o jogo foi escrito por dois atores dos clássicos filmes, Dan Aykroyd e Harold Ramis (que interpretavam Raymond Stantz e Egon Spengler, respectivamente.), eu espero algo um pouco menos bizarro do que o mangá.
Algumas screens do jogo:


O jogo contará com as vozes de todos os GB originais, incluindo, além dos dois já citados, Bill Murray e Ernie Hudson.
Postado por Felipe Cortizo às 17:00 2 comentários
IMHO: Praise To The War Machine
terça-feira, 8 de julho de 2008

Praise To The War Machine é o projeto solo do vocalista Warrel Dane (Ex-Sanctuary, atualmente no Nevermore). Eu me interessei por esse álbum quando li que Dane tinha dado uma declaração que não faria sentido lançar um álbum solo com músicas que poderiam ser lançadas no Nevermore, ou seja, que PTTWM viria com coisas novas e que se diferenciaria bastante de Nevermore.
Apesar das influências claras de Nevemore no decorrer do álbum, várias grandes diferenças são notadas, desde influências góticas, mais facilmente notadas na música "Lucretia My Reflection" (cover de Sisters of Mercy), até guitarras pesadas com solos 'velozes e virtuosos', como na música "The Day The Rats Went To War".
Outro grande destaque do CD são as letras, que abordam de maneira crítica temas como perda de fé, depressão e auto-destruição, encorajando todos a verem a vida de uma maneira menos dramática. Também há criticas feitas a guerras e a destruição que elas causam, como o próprio nome do álbum já sugere. Na minha humilde opinião (hã hã.), a melhor música, tanto em melodia quanto em letra, é "Brother", que de acordo com o próprio Warrel Dane tem uma grande importância pessoal, já que ele canta sobre si mesmo e sobre sua relação perturbada com seu próprio irmão.
Nesse álbum Warrel trabalhou com músicos de um calibre fodão, como o guitarrista/baixista Peter Wichers (ex-Soilwork), o guitarrista Matt Wicklund (ex-Himsa) e o baterista Dirk Verbeuren (Soilwork). Se você gosta de Heavy Metal com influências variadas, como progressivo, e um pouco de gótico (sem nada do tipo 'eu tenho que me matar, ai meu Deus como o mundo é triste.), Praise To The War Machine vai ser um daqueles CDs que você coloca pra tocar e repetir sem se enjoar. Agora se você é mais chegado em guitarras pesadas, uma bateria puxada para o Trash Metal e um som mais 'barulhento', eu recomendo que você fique com Nevermore, mas não custa nada dar uma OLSSADINHA no PTTWM, não é?
Postado por Felipe Cortizo às 19:43 0 comentários
Jogos Indie - Introdução
Esse post é a introdução de uma série sobre jogos indie que eu vou escrever pro Randão. A cada post, vou falar de um jogo ou uma série de jogos indie, fazendo uma avaliação (sem nota, isso é babaquice).
Quando falamos de games, é normal pensarmos nos jogos das grandes empresas. Alguns pensam no "wing eleven", outros em Street Fighter, Tekken e Soul Calibur, outros na série Final Fantasy. Porém, muitos não conhecem o "sub-mundo" dos jogos, os jogos independentes, mais conhecidos como indie. Favor não confundir o indie de jogos com o indie da música. Diferente das bandas indie, os jogos indie não são uma merda.
Há muito tempo atrás, na época da galáxia distante, do Space Invaders e do Tetris, os jogos eletrônicos eram criados de uma forma bem diferente da atual: um sujeito, trancado num porão cheirando a mofo, cheetos, coca-cola e fluidos corporais, digitando com os dedos engordurados num teclado, progravama em uma tela preta. É normal que os jogos indie sejam feitos de uma forma parecida, só que com tecnologia mais avançada e sem camisas quadriculadas (...eu acho). Claro, há também a categoria de jogos indie feitos por empresas.
E aí você se pergunta: "Tá, mas o que tem esses jogos indie que os jogos feitos por grandes empresas não tem?", e eu respondo: principalmente liberdade criativa. Em grandes empresas, o sujeito do cheetos supracitado não pode apresentar um projeto sobre uma minhoca gigante que engole pessoas no deserto sem os executivos pensarem duas coisas, em ordem aleatória, dependendo da ambição do mesmo: "...WTF?" e "Isso vai me dar dinheiro?".
Claro que projetos criativos são financiados pela indústria, mas são relativamente raros, e feitos em sua maioria por caras que tem moral (Hideo Kojima é um exemplo). A indústria está soterrada de "continuações" que consistem no jogo anterior com pequenas alterações nos gráficos e times novos (estou falando de você, Madden) e jogos formulaicos (estou falando de vocês, 2103128932 rpgs japoneses genéricos, FPS's de "Space Marine" e da Segunda Guerra Mundial).
Os jogos indie se propoem a reviver aquele ar de novidade e criatividade que existia nos jogos mais antigos. Alguns deles também visam aproveitar melhor as possibilidades da mídia, saindo daquela coisa de "games como filmes" e partindo pra interatividade de verdade.
Um problema relativo é a falta de financiamento, o que faz com que esses jogos não tenham gráficos tão bons quanto os da indústria "real". Existem exceções, a maioria feitas por empresas, mas muitos jogos indie escolhem ir ou pelo terreno da nostalgia (gráficos pixelados, 8-bit) ou pela arte (cenários e personagens desenhados).
Em termos de gênero, temos muitos jogos de plataforma e tiro, mas a variação é bem grande. Gêneros mais desconhecidos como Interactive Fiction (jogos de texto) e roguelike (andar por dungeons feitas de texto. é, texto.), entre outros, são muito bem representados, e existem comunidades grandes que tratam só deles. Outro desses gêrenos diferentes é o de Physics, que tem a física como fator predominante, e tem como maior representante o The Incredible Machine. Um dos mais novos e famosos desse gênero é o Crayon Physics, que pede ao jogador para desenhar coisas na tela para fazer uma bola tocar uma estrela (???).
Nos próximos posts, vou tentar escolher os melhores jogos indie, passando por vários gêneros. O próximo post será sobre um jogo de plataforma chamado Cave Story, um dos mais famosos e adorados da comunidade indie.
Postado por Uzuki às 12:15 2 comentários
IMHO: Os Mortos-Vivos
domingo, 6 de julho de 2008
Apesar do nome não muito original, logo de cara você já se surpreende com um prefácio te advertindo que, ao contrário do esperado, essa HQ não é sobre zumbis, mas sim sobre a sociedade e a sua reação perante a morte iminente. E de fato é exatamente isso que Os Mortos-Vivos nos traz. O tema é abordado de uma maneira nova, deixando os zumbis como personagens completamente secundários. O grande foco são os relacionamentos estabelecidos entre os sobreviventes, as decisões que são tomadas para garantir a segurança de todos e até mesmo o questionamento sobre os direitos femininos.
Saindo do roteiro e indo para o lado visual, Os Mortos-Vivos surpreende por ser uma HQ em tom cinza, completamente sem cores, o que ajuda na criação do clima de suspense que envolve toda a trama. O traço de Tony Moore encaixa-se de uma maneira extraordinária no clima proposto pra HQ, clima que é mantido por Charlie Adlard do segundo arco de histórias em diante.
Se você gosta de zumbis, pitadas de humor bem colocadas, ação e, por vezes, muitos diálogos (mesmo que nem sempre sejam de qualidade), Os Mortos-Vivos é uma obra obrigatória na sua coleção.
Postado por Felipe Cortizo às 15:43 4 comentários

















