Agora saiu o site do Cave Story Wii, com direito a um texto do Pixel e um blog de desenvolvimento mantido pelo produtor do jogo, Tyrone Rodriguez. Segundo o TIGSource, Tyrone disse numa entrevista (que não está abrindo aqui) que todas as partes do jogo estão sendo aprovadas por Pixel, e que gráficos e música serão refeitos. Porém, haverá a opção de jogar com os gráficos e/ou com as músicas antigas.
Mais sobre o Cave Story Wii
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Já é fato que isso vai ser muito foda, então... Alguém quer me dar um Wii? :~
Postado por Uzuki às 09:52 1 comentários
Cave Story pra Wii
domingo, 5 de outubro de 2008
A Nintendo anunciou que Cave Story será lançado pra Wiiware, com conteúdo novo. Segundo o Kombo, o conteúdo novo inclui definição 480p, suporte a resolução 16:9, designs de personagem novos feitos pelo próprio Pixel (fuck yeah!) , suporte ao controle clássico, mais de 20 chefes e 15 estágios (não me pergunte, sei lá se é o mesmo número).
Quem vai fazer a versão é uma empresa chamada Nicalis. Coincidentemente (ou não), tem um sujeito chamado Nicklas "Nifflas" Nygren (também conhecido como o cara que criou Knytt), que está trabalhando como lead designer num jogo chamado Skymning ("crepúsculo" em sueco). Se os caras tem cacife pra chamar o Nifflas, deve ser porque eles tem as manhas. Claro que isso não quer dizer que o cara vai trabalhar na versão, mas vai saber...
Em notícias relacionadas, acaba de ser comprovada a existência de Deus :D (Soldier, faça mimimi).
Ah, e o jogo tem um site. Gostei do sprite gigantesco :D
Postado por Uzuki às 13:43 0 comentários
IMHO: Ensaio sobre a Cegueira
quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Meh, eu comecei esse post umas quatro vezes querendo fazer um review do filme. Uma delas foi com uma idéia poser de não escrever os nomes dos atores, diretor e tal (copiando o que o próprio Saramago faz no livro), mas não rendeu nada.
O grande problema (além da minha falta de habilidade pra escrever reviews... sabe como é, eu não sou um escritor feito de amor cofcofUzukicofcof) é que tanto o filme, extremamente bem dirigido por Fernando Meirelles, quanto o livro conseguiram chegar no mesmo patamar de excelência: eles dispensam comentários.
A única coisa que eu posso dizer é: vão ao cinema assistir o mais rápido possivel.
Agora uma pequena tentativa de justificar o porquê dessa minha colocação aí em cima: A atuação de Julianne Moore, Danny Glover e Mark Ruffalo conseguem passar exatamente o que José Saramago nos descreve nos livros, assim como a atuação da brasileira Alice Braga, que depois da participação em Eu sou A Lenda se mostrou MUITO competente como a Mulher de Óculos Escuros, entre outros atores e atrizes (conhecidos ou não) que conseguem construir perfeitamente o clima de desespero e angústia que é gradativamente construido no livro. Clima que Fernando Meirelles consegue construir e manter da melhor maneira possível, apesar de não conseguir chegar no nível do que é descrito por Saramago (até porque é praticamente impossível igualar um filme perfeitamente a uma descrição feita em um livro), o que nos deixa tão agoniados ao ponto de começar a desejar que alguém faça alguma coisa, nem que seja um tapa na cara do Rei da Ala 3 só pra ele largar de ser feio.
Mas enfim, como eu disse ali em cima, vão ao cinema assistir. Tendo lendo o livro ou não, isso não importa, como já foi dito: o filme conseguiu atingir o mesmo nível de excêlencia do livro, o que acabou tornando-os obras independentes, mas com o mesmo teor de fodassidade (sic), por assim dizer.
A única coisa que eu posso dizer é: vão ao cinema assistir o mais rápido possivel.
Agora uma pequena tentativa de justificar o porquê dessa minha colocação aí em cima: A atuação de Julianne Moore, Danny Glover e Mark Ruffalo conseguem passar exatamente o que José Saramago nos descreve nos livros, assim como a atuação da brasileira Alice Braga, que depois da participação em Eu sou A Lenda se mostrou MUITO competente como a Mulher de Óculos Escuros, entre outros atores e atrizes (conhecidos ou não) que conseguem construir perfeitamente o clima de desespero e angústia que é gradativamente construido no livro. Clima que Fernando Meirelles consegue construir e manter da melhor maneira possível, apesar de não conseguir chegar no nível do que é descrito por Saramago (até porque é praticamente impossível igualar um filme perfeitamente a uma descrição feita em um livro), o que nos deixa tão agoniados ao ponto de começar a desejar que alguém faça alguma coisa, nem que seja um tapa na cara do Rei da Ala 3 só pra ele largar de ser feio.
Mas enfim, como eu disse ali em cima, vão ao cinema assistir. Tendo lendo o livro ou não, isso não importa, como já foi dito: o filme conseguiu atingir o mesmo nível de excêlencia do livro, o que acabou tornando-os obras independentes, mas com o mesmo teor de fodassidade (sic), por assim dizer.
Postado por Felipe Cortizo às 20:32 3 comentários
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